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PROFESSOR DOUTOR PEDRO TERUEL ROMERA

Atualizado: 30 de mai.


A MEDICINA E A POLÍTICA NA VIDA DE PEDRO TERUEL ROMERO

 

 

A luta para a construção do HC (Hospital das Clínicas) e pela instalação das faculdades de Medicina (Famema) e Enfermagem, a eficácia de um novo medicamento que está regredindo o câncer de próstata em estágio disseminado e as vantagens da edilidade não-remunerada, foram alguns assuntos abordados pelo médico urologista e ex-vereador Pedro Teruel Romero, mais um entrevistado da coluna “Minha Cidade, Minha Vida”. Com 84 anos de idade e mais de meio século dedicado à Medicina, Teruel também é autor de dois livros: “Demagogia e corrupção: duas paixões” (1991) e “Ética, cidadania e ciência” (2005). O currículo impressiona: são mais de 300 títulos e inúmeras homenagens, destacando-se as de Cidadão Mariliense e Getulinense, Diploma de Honra ao Mérito da Associação Paulista de Medicina, “Professor Honoris Causa”, outorgada pela Famema, que também o laureou criando a “Medalha de Mérito Pedro Teruel Romero”. Formado em 1952 pela Universidade Federal do Paraná, com pós-graduação na Argentina e Japão, acumulou também Doutoramento e a Livre-Docência, que foi defendida na Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. Sua contribuição em congressos médicos é indescritível, sobretudo através de palestras e relevantes trabalhos científicos publicados em revistas nacionais e estrangeiras. Teruel também foi um dos fundadores da Unimed e do Hospital Marília.

 

Seus pais, os espanhóis da província de Almeria, José Teruel Martinez e Maria Romero, chegaram ao Brasil por volta de 1920 e fixaram residência na cidade paulista de Monte Alto, região de Jaboticabal. E foi em Monte Alto que nasceu José e depois seu irmão Pedro (1924). A família veio para Marília em 1929, onde Pedro Teruel Romero, com apenas 5 anos, iniciou o curso primário. Foi aqui que começou a namorar Aracy Rodrigues, recordista de títulos em concurso de beleza. Casaram-se em 1956 na igreja de Santo Antônio e passaram a lua-de-mel em Rosário e Santa Fé, na Argentina. São pais de Maria Efigênia, Aracy Cristina, Rosalice, Glória, Pedrinho e Ana e avós de Pedro César, Vitória, João Victor, Fernanda, Giovana, Flávia, Sofia, Paulo, Gabriel e Luana.

 

 

                                                         *****

 

 

Diário de Marília – Como foi seu ingresso na Universidade Federal do Paraná?

Pedro Teruel Romero – Fui aprovado no vestibular em primeiro lugar. Foram anos de muito estudo até graduar-me em 1952.

 

Diário – O atendimento médico em Marília já era precário nessa época?

Teruel – Tudo recaía na Santa Casa, que não comportava tantos pacientes. Era uma aspiração das autoridades locais a construção de um hospital com capacidade para atender a população de Marília e região. E em 1957, quando Jânio Quadros governava o Estado, tiveram início as obras do HC, cuja planta previa cinco pavimentos, além da área térrea e subsolo. Estava previsto que o andar superior abrigaria os setores de cirurgia, obstetrícia e esterilização de materiais.

 

Diário – É verdade que o projeto quase foi mutilado por determinação do então governador Carvalho Pinto?

Teruel – Sim, porque Carvalho Pinto, atendendo sugestão da OMS (Organização Mundial de Saúde), que priorizava assistência a doentes infecto-contagiosos, determinou a redução da obra pela metade. Foi quando Marília inteira se levantou, numa concentração história na praça Saturnino de Brito, reivindicando a construção do hospital de acordo com a planta original. Até que formamos uma comissão e fomos a São Paulo dialogar com o governador e o secretário da Saúde.

 

Diário – Quem integrou essa comissão?

Teruel – O prefeito Octávio Barreto Prado (Tatá), Fernando Mauro Pires da Rocha (deputado estadual), os vereadores Lourenço Senne, Durval Sproesser, Afonso Celso de Silva Mello, Rangel Pietraróia, Oleide Pavarini, Nassib Cury e Rui Garrido, Archimedes De Grande (engenheiro) e eu, que era vereador e presidente da Associação Médica de Marília. Após muita discussão o governador cedeu e o HC foi inaugurado no governo seguinte, do Adhemar de Barros.

 

Diário – A Famema veio logo em seguida? 

Teruel – O projeto de lei para a implantação da Famema foi de autoria do deputado Diogo Nomura. Depois de aprovado na Assembléia Legislativa, vieram para Marília representantes do Conselho Estadual de Ensino para verificar as instalações disponibilizadas pela Prefeitura. Foram em diversos locais, mas nenhum os agradou. Quando estavam indo embora, praticamente forcei-os a conhecer o HC. Então deram um parecer: “Se a faculdade for instalada, só pode ser aqui”. E nada mais útil do que um hospital e uma faculdade funcionando juntos. Mas o governador estava irredutível. Alegava que o hospital era para atender os pobres da região e que uma faculdade ocuparia muito espaço. Foi quando iniciei uma série de viagens por minha conta, a São Paulo, tentando demovê-lo. Afinal, eu era seu amigo e do mesmo partido político, o PSP (Partido Social Progressista), fundado pelo próprio Adhemar em 1946. E numa dessas audiências ele finalmente concordou com meus argumentos. Imediatamente liguei para o prefeito Armando Biava e dei a notícia. Foi uma grande festa na cidade. A Famema foi criada pela Lei Estadual 9.236 de 1966, tendo como mantenedora a FMESM (Fundação Municipal de Ensino Superior de Marília). No ano seguinte, em 1967, iniciou suas atividades com a primeira turma. O que me emociona muito é que nesses dois episódios, HC e Famema, um amigo me disse: não sabendo que era impossível, você foi lá e fez.

 

Diário – O começo foi muito difícil?

Teruel – E como! É importante ressaltar das dificuldades que enfrentamos no início e que só foram superadas em virtude do esforço e dedicação de um verdadeiro grupo de idealistas. Pessoas abnegadas como o doutor Christiano Altenfelder Silva, que sem nenhuma remuneração, trabalharam incansavelmente na busca de um objetivo comum. Em virtude de desenvolver um trabalho exemplar, com alto padrão de ensino, ela foi  estadualizada pela lei 8.898/94, em 1994.  

 

Diário – Como ocorreu a implantação da disciplina de Urologia na Famema?

Teruel – Em 1970, quando tivemos a honra de receber para a aula inaugural o ilustre Jerônimo Geraldo de Campos Freire, chefe do Departamento de Urologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo. Outros mestres, por amor ao ensino, também deram sua contribuição, através de aulas teóricas e práticas. Posso citar o Milton Borreli, Waldemar Ortiz, Giglio Pecoraro, José dos Santos Perfeito, Darcy Vilela Itiberê, Roberto Rocha Brito, Moacyr Tavaloro, João Dias Ambrósio e Thiers Garcez de Aguiar.

 

Diário – E quando veio a faculdade de Enfermagem?

Teruel - A possibilidade de uma Escola Superior de Enfermagem nasceu em 1979, quando o saudoso Akira Nakadaira dirigia a Famema. A idéia ganhou força e aprovação de todos. Fui até Brasília para audiência com o professor Zoroastro Condé, presidente do Conselho Federal de Educação. Ele aprovou o projeto e em regime de urgência conseguimos preencher todos os requisitos exigidos por lei. A faculdade então foi instalada em 1980, em prédio cedido pelo prefeito Theobaldo de Oliveira Lyrio, na avenida Vicente Ferreira, 1238. Tenho que citar o empenho inestimável do Akira, Christiano Altenfelder e do colega Eládio Pessoa de Andrade, o primeiro professor de Anatomia dessa faculdade.

 

Diário – O Brasil conheceu pela primeira vez o método da pieloureteroscopia através do senhor. Qual a finalidade desse aparelho?

Teruel – Em 1972 fui fazer um estágio no Serviço de Urologia da Universidade de Tóquio, que era coordenado pelo professor Hisao Takayasu. Ele, em 1970, havia apresentado ao mundo sua magnífica invenção, um equipamento para a realização de pieloureteroscopia (endoscopia), onde toda parte interna dos rins era fotografada e filmada. Fui o primeiro a trazer o aparelho para o Brasil, o que mereceu uma reportagem especial na Revista Brasileira de Urologia. 

 

Diário – Também deve ser um orgulho para o senhor ter sido o primeiro médico da região a realizar um transplante de rim. Quem mais participou dessa data histórica?

Teruel – O transplante foi realizado em 1982 e a equipe de docentes da Famema era excepcional: os também urologistas José Roberto Mesquita, Reinaldo José Rafaelli, Geraldo B. Gentille Stefano, Jader Stroppa e Oscar Pereira; Nelson Casadei (anestesista); Nathanael Ribeiro de Mello, Ludvig Hafner e Francisco Esteves Villar (vasculares); José Cícero Guilhen, Ivan de Melo Araújo, Maurício Braz Zanolli e Roberto Guzzardi (nefrologistas).

 

Diário – E a construção da Casa do Médico? Qual foi a participação do senhor?

Teruel – Igual a de desprendidos colegas da cidade. Ela começou a funcionar no edifício Ouro Verde por volta de 1952. Com o tempo, tornou-se muito pequena. Construímos depois uma sede campestre, mas o que precisávamos mesmo era de uma sede na região central da cidade. Então conseguimos um terreno, cotizamo-nos e ela foi erguida nos anos 70, na avenida Pedro de Toledo, onde está até hoje. Mas nada seria possível sem a colaboração do professor Henrique Mériga, que era presidente da Associação Paulista de Medicina e muito amigo do colega Antônio Mendes Filho.

 

Diário – Falando um pouco sobre sua especialidade médica, anualmente são registrados 35 mil casos de câncer de próstata no Brasil, sendo que cerca de 8 mil pacientes acabam morrendo. Para a grande maioria dos homens, o preventivo toque retal ainda é um tabu. Como lidar com isso?

 

Teruel – O cidadão tem que entender que precisa submeter-se ao exame do toque e após dois dias também fazer o de sangue, chamado de PSA (antígeno prostático específico). Um complementa o outro. Descoberta a doença no início, com as células localizadas, faz-se a cirurgia e o problema está resolvido. Porém, ante um quadro de metástase, a cirurgia é inviabilizada, restando a radioterapia ou o bloqueio hormonal. É importante frisar que se a pessoa tiver histórico familiar deve começar os exames aos 40 anos, caso contrário, aos 45 anos. Exames esses que devem ser repetidos anualmente.

 

Diário – Há informação de que um novo medicamento europeu está tendo êxito no tratamento do câncer de próstata avançado. Por que essa droga ainda não está no mercado?

Teruel – É bom ir com calma. No Instituto de Pesquisa de Londres eles descobriram uma droga chamada abiraterone que é considerada o maior avanço em 70 anos. Pacientes com a doença disseminada, ou seja, em fase final, após tratamento pelo período de dois anos e meio, estão apresentando redução significava do tumor, com regressão radiológica das metástases ósseas e acentuada melhora na qualidade de vida. De acordo com o pesquisador Johan de Bono, o abiraterone só estará disponível no mercado dentro de dois anos. Evidente que eles ainda necessitam de mais alguns testes e tempo para comprovar realmente a eficácia dessa substância. Entretanto, não deixa de ser uma notícia alvissareira e que vem ganhando muito espaço nas revistas médicas de todo o mundo.

 

Diário – Há gerações que até hoje exclamam: ah, que saudades da gonorréia! Com o surgimento da Aids muita coisa mudou. Como o senhor analisa esse panorama? 

Teruel – Antes da invenção da penicilina (1928) a blenorragia (gonorréia) dava trabalho. Usava-se um beniquê para alargar o canal urinário e a infecção era tratada com algumas substâncias. Depois tudo ficou mais fácil. Hoje em apenas três dias, com pequena dose de antibiótico, a pessoa já está curada desse esquentamento. Quanto à Aids, a prevenção continua sendo o melhor remédio. Há poucos meses foram descobertos agentes bactericidas mais potentes contra o HIV e também vacinas que aceleram as defesas do organismo. Felizmente esse mal já está sendo controlado com medicação comprovadamente testada. O problema não é só a Aids, mas sim o papiloma vírus humanos, o HPV. Trata-se de uma bactéria não agressiva como o HIV, porém, que abre portas. Graças a Deus que o HIV não abre portas. Veja como funciona: o papiloma tem como característica, por exemplo, de lesar a mucosa e provocar uma pequena úlcera. Então é aí que o HIV penetra e bloqueia as defesas do organismo. Até parece que são parceiros. Um abre a porta e outro entra. Mas com o advento dessas novas drogas, o indivíduo contaminado pode viver muito tempo e levar uma vida normal. A expectativa é que dentro de pouco tempo seja descoberta uma vacina definitiva.  

 

Diário - Antes de falar sobre política, uma pincelada sobre futebol. Para qual time o senhor torce?

Teruel – Até 1951 eu não torcia pra ninguém. Mas nesse ano, quando fazia a faculdade em Curitiba, o São Paulo foi jogar lá. Depois que eu vi o Rui, Bauer e Noronha darem um show de bola, comecei a torcer pelo Tricolor. Aliás, esse trio fez história no futebol brasileiro, ficando conhecido como “os três mosqueteiros”. É claro que também sempre acompanhei a trajetória dos times de Marília e hoje a gente torce para que o Mac consiga se livrar do temível rebaixamento.

 

Diário – De onde veio esse seu apelido Excelência?

Teruel – Nos anos 60 eu era presidente da Associação Médica e vereador. Então todo mundo, respeitosamente, me tratava por excelência. Era excelência pra cá, excelência pra lá, parecia um pingue-pongue. Até que eu também comecei a chamar todo mundo de excelência. Continuo a tratar o pessoal da mesma maneira e também sou conhecido por esse apelido. 

 

Diário – A política também é uma de suas paixões. O senhor foi vereador nas décadas de 60 e 90. Faça uma comparação sobre a edilidade.

Teruel – Antigamente vereador não era remunerado e até as viagens a serviço do município eram pagas por nós. Trabalhava-se demais, pois além das sessões ordinárias e extraordinárias, as comissões reuniam-se madrugada adentro em busca de soluções para os problemas da cidade. Falo sobre isso no meu livro “Demagogia e corrupção: duas paixões”. Para nós a coisa pública era sagrada. Não podíamos decepcionar o povo que havia nos elegido. Tinha oposição contundente, mas no final dos entreveros, quem ganhava era a cidade de Marília. Também não ocorria esse vergonhoso troca-troca de partidos, sobretudo por causa de cargos. Todos tinham amor à camisa que vestiam. Não podia haver maior recompensa do que a satisfação íntima do dever cumprido em benefício da Pátria.

 

Diário – E sobre a atual remuneração da edilidade?

Teruel – Sem entrar no mérito se os vereadores exercem corretamente suas atividades, se produzem ou não, a verdade é que se reunindo uma única vez na semana, não deveriam ser remunerados, ou talvez, receberem no máximo um salário-mínimo por mês. Hoje você vê pessoas tentando uma eleição visando apenas melhorar de vida, não se importando depois com o povo. Na vereança não-remunerada há uma expressiva economia aos cofres do erário e esse tipo de oportunista desaparece. No seu lugar surgem cidadãos preparados para legislar com independência e vontade política. Cidadãos esses que nada prometem antes de se elegerem, porém, que trabalham muito depois, fiscalizando o Executivo e defendendo o interesse popular numa tribuna. Considero insultante esse vencimento atual da edilidade, principalmente que cada um tenha três funcionários à disposição. Será que para ser vereador em Marília há a necessidade de tantas regalias?

 

Diário – No seu livro “Ética, cidadania e ciência”, o senhor cita uma frase do filósofo Sêneca (“O homem não morre, o homem se mata”), numa alusão aos políticos corruptos. Está mesmo comprovada essa tese?

Teruel – Como disse no livro, sim. Há mais de 2.000 anos, em que o filósofo teria se baseado para proclamar essa verdade, atestada pelo tempo e pela ciência? Resumindo, aqueles que se metem em negociatas, com verbas públicas, que seriam endereçadas aos pobres, estão sem saber, se matando, vítimas de suas consciências, quando as têm. Eles fabricam substâncias oxidantes, pelo péssimo estilo de vida. A ciência demonstrou que as riquezas espúrias são pagas com anos de vida de seus autores, porque à medida que aumentam, têm a longevidade diminuída. Parafraseando Sêneca, os corruptos não morrem, os corruptos se matam.

 

Diário – Para quais prefeitos que administraram Marília o senhor tiraria o chapéu?

Teruel – Acompanhei a trajetória de quase todos. É uma análise complicada, porque muitos acertaram e outros erraram tentando acertar. Mas há também os que erraram nunca tentando acertar. Acredito que com o tempo a máquina foi se inchando, sobretudo com a criação de dezenas de cargos comissionados. Esse tipo de função é essencial numa Administração, mas todo excesso é repugnante, mesmo porque compromete o orçamento e acaba sempre prejudicando a população mais carente. A política do que “é dando que recebe” leva pessoas desqualificadas a ocuparem cargos técnicos e deixa seqüelas no desenvolvimento da cidade. Gostei muito do Tatá e do Biava.

 

Diário – Se o senhor fosse o prefeito hoje, qual seria sua prioridade?

Teruel – Procuraria de todas as formas resolver em definitivo o problema do abastecimento de água. A população não merece esse martírio.

 

Diário – O senhor ficou rico na sua profissão?

Teruel – Certa vez uma mulher muito pobre, mas muito pobre mesmo, estava muito doente. Seu caso era extremamente grave. Mas com um tratamento intensivo e diversos medicamentos, consegui recuperá-la. Ela então entrou no meu consultório e me disse: “Doutor, eu praticamente mal tenho o que comer, não tenho nada, não tenho como lhe pagar pelo que o senhor me fez. Só pude trazer isso para o senhor”. Então ela me deu uma rosa e me abraçou chorando. Esse foi meu maior honorário.

 

Diário – O senhor quer deixar uma mensagem para a população?

Teruel – Devemos sonhar e ousar sempre, pois só assim conseguiremos os grandes feitos para a cidade.

 

OBS. Dr. Teruel morreu no dia 11 de janeiro de 2017.

 

 FRASES DE EFEITO...

  

“Adhemar de Barros não queria ceder, mas conseguimos”

 

“Esse novo medicamento londrino é uma revolução”

 

“Felizmente a Aids não abre portas”

 

“Rui, Bauer e Noronha fizeram história no São Paulo”

 

“Os oportunistas desaparecem na vereança não-remunerada”

 

“Os corruptos não morrem, se matam”

 

“Gostei muito do Tatá e do Biava”



EX-DIRETORES DA FAMEMA (1967 a 2008)

Nelson Casadei, Akira Nakadaira, Pedro Teruel Romero, Adolpho Menezes de Mello, Mário do Carmo Martini Bernardo, Roberto de Queiroz Padilha e César Emile Baaklini.

 

EX-PRESIDENTES DA FMESM (1967 a 2008)

 Christiano Altenfelder Silva, José Antônio Lorenzetti, Affonso Celso da Silva Mello, José Ênio Sevilha Duarte, Antônio Cardoso, Mário Alberto Consentino e Ludvig Hafner.



 

Entrevista feita há 15 anos (2009) pelo jornalista VADINHO DORETO no jornal Diário de Marília


 

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